Data: 23/12/2015
Mês: Dezembro
Ano: 2015
No 3.º trimestre de 2015, a capacidade líquida de financiamento da economia portuguesa fixou-se em 1,3% (ano acabado no trimestre para todos os dados) do Produto Interno Bruto (PIB), o que compara com igual valor no ano acabado no trimestre anterior.
 
Para esta evolução, contribuiu a diminuição da capacidade de financiamento das Famílias para 1,3% (menos 0,6 p.p. do que no trimestre anterior). O sector das Administrações Públicas registou uma diminuição da necessidade líquida de financiamento de 3,2 p.p. no ano acabado no 3.º trimestre de 2015, relativamente ao ano terminado no trimestre anterior, atingindo -3,2% do PIB. O sector das Sociedades não Financeiras registou uma estabilização da capacidade de financiamento no 3.º trimestre de 2015 em 0,6%. As Sociedades Financeiras registaram uma diminuição da capacidade líquida de financiamento de 2,5 p.p., passando de 5,1% do PIB no 2º trimestre de 2015 para 2,6% do PIB no 3.º trimestre de 2015.

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O Rendimento Nacional Bruto fixou-se em 174.740 milhões de euros, registando uma taxa de variação em cadeia de 0,6%. Esta variação deveu-se à diminuição de 4,6% dos rendimentos primários recebidos do exterior, enquanto os rendimentos primários pagos apresentaram uma taxa de variação em cadeia de -2,7%. O Rendimento Disponível Bruto apresentou igualmente uma taxa de variação em cadeia de 0,6%, inferior à do PIB em 0,1 p.p., fixando-se em 176.872 milhões de euros.

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No 3.º trimestre de 2015, o Investimento Bruto da economia portuguesa apresentou uma redução de 0,1 p.p. para 15,1% do PIB e a Poupança Bruta registou um aumento de 0,1 p.p. para 15,2% do PIB, o que levou à estabilização da Capacidade Líquida de Financiamento de Portugal junto do exterior em 1,3% do PIB.

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