Data: 23/06/2017
Mês: Junho
Ano: 2017
No 1º trimestre de 2017, a capacidade líquida de financiamento da economia portuguesa fixou-se em 1,5% (ano acabado no trimestre para todos os dados) do Produto Interno Bruto (PIB), o que compara com 1,4% no ano acabado no trimestre anterior.
 
O sector das Sociedades não Financeiras registou um aumento da capacidade de financiamento no ano terminado no 1º trimestre de 2017 de 0,2 p.p. do PIB para 0,6%. Registou-se uma diminuição da capacidade de financiamento das Famílias para 0,5% (menos 0,3 p.p. do que no trimestre anterior). As Sociedades Financeiras registaram uma estabilização da capacidade líquida de financiamento em 2,2% do PIB face ao 4º trimestre de 2016.
 
O sector das Administrações Públicas registou uma diminuição da necessidade líquida de financiamento de 0,3 p.p. no ano acabado no 1º trimestre de 2017, relativamente ao ano terminado no trimestre anterior, atingindo 1,7% do PIB. Tomando como referência valores trimestrais e não o ano acabado no trimestre, o saldo das AP fixou-se em -2,1% do PIB no 1º trimestre de 2017 (-3,3% no trimestre homólogo).

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O Rendimento Nacional Bruto fixou-se em 182.513 milhões de euros, registando uma taxa de variação em cadeia de 0,8%. Esta variação deveu-se ao agravamento do saldo negativo dos rendimentos de propriedade com o exterior (taxas de variação de -8,7% nos rendimentos recebidos e de -4,4% nos rendimentos pagos). O Rendimento Disponível Bruto apresentou igualmente uma taxa de variação em cadeia de 1,0%, superior à do PIB em 0,1 p.p., fixando-se em 185.573 milhões de euros.

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No 1º trimestre de 2017, o Investimento Bruto da economia portuguesa apresentou uma subida de 0,1 p.p. para 15,1% do PIB e a Poupança Bruta registou um aumento de 0,2 p.p. para 15,6% do PIB, o que levou ao aumento da Capacidade Líquida de Financiamento de Portugal junto do exterior para 1,5% do PIB.

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