Estudos de Temas Económicos
- Data: 23-12-2019
- Autor(es): Catarina Nunes, Eduardo Guimarães, Florbela Almeida, Luís Campos, Ricardo Pinheiro Alves, Sílvia Santos e Vanda Dores
- Ano: 2019
A partir do início dos anos 2000, o sector do calçado português definiu um plano estratégico e reposicionou os seus produtos nos mercados externos através de uma atitude mais positiva face aos desafios da internacionalização, orientada para o reforço da competitividade, atuando ao nível da eficiência dos sistemas de informação e digitais, na diferenciação dos produtos e na aposta na imagem externa da produção nacional. Desde então, a aposta do sector passou a ser progressivamente no fabrico de produtos de elevado valor acrescentado, dirigidos essencialmente ao mercado europeu, que apresenta um maior poder de compra e uma maior proximidade em termos físicos e culturais. Como forma de ultrapassar a concorrência pelos preços dos outros produtores mundiais de calçado, a capacidade de resposta rápida às encomendas com o aumento da flexibilização produtiva, e a produção de peças “à medida”, dirigindo as suas linhas de produção ao fabrico de pequenas séries que respondessem às preferências dos consumidores, foram os fatores competitivos decisivos para a penetração das empresas portuguesas no mercado internacional.
- Data: 13-12-2019
- Autor(es): Walter Anatole Marques
- Ano: 2019
Pretende-se com estas fichas estatísticas acompanhar de perto a evolução das trocas comerciais de mercadorias de Portugal com os “Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa” (PALOP), visando a identificação de possíveis vias de intensificação das trocas comerciais recíprocas. Começa-se por abordar a evolução destas trocas comerciais ao longo dos últimos cinco anos, incidindo uma análise mais aprofundada nos anos de 2017 e 2018 e período acumulado de janeiro a agosto de 2018 e 2019. São aqui utilizados dados estatísticos de base divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a partir da Nomenclatura Combinada (NC), definitivos até 2017, provisórios para 2018 e preliminares para 2019, com última atualização em 10 de outubro de 2019.
- Data: 06-09-2019
- Autor(es): Florbela Almeida, Graça Sousa e Dulce Guedes Vaz
- Ano: 2019
Impulsionado pela indústria de embalagens, o uso do plástico cresceu de forma exponencial. Estima-se que a produção em 2050 chegue aos 33 mil milhões de toneladas. Segundo a ONU, este, constitui o maior desafio ambiental do século XXI.
- Data: 28-08-2019
- Autor(es): Walter Anatole Marques
- Ano: 2019
Em 2018, apenas 2,3% das importações totais portuguesas e 2,1% das exportações tiveram por
origem e por destino o conjunto dos países da América do Sul, cabendo ao Brasil respetivamente 58,7% e
67,6% do total.
TE76 - Comércio Internacional de mercadorias de Portugal com a América do Sul (2014-2018)
- Data: 06-08-2019
- Autor(es): Luís Melo Campos
- Ano: 2019
Este texto pretende contribuir para o conhecimento e discussão fundamentada da economia digital em Portugal, compilando informação disponibilizada pelas principais fontes institucionais de produção estatística e apresentando uma síntese da informação de carater normativo afim, designadamente o enquadramento legal de apoios financeiros e as políticas públicas relativas à digitalização socioeconómica.
O ponto de partida foi a delimitação do setor TIC com base num determinado conjunto de códigos CAE (Classificação portuguesa das atividades económicas, INE). No essencial, considerando a sua evolução ao longo deste princípio de século (XXI), procede-se ao levantamento das características economicamente relevantes do tecido empresarial afeto ao setor TIC e seus diversos subsetores de atividade (estrutura empresarial e distribuição regional, quantidade de empresas e de pessoal ao serviço, remunerações, valores de produção e de volume de negócios, VAB, FBCF, etc.); analisa-se também a evolução dos mercados internacional e nacional de bens e serviços TIC, assim como a implementação de políticas públicas orientadas para a digitalização da economia e o concurso do tecido empresarial TIC às suas linhas de financiamento.
- Data: 05-08-2019
- Autor(es): Walter Anatole Marques
- Ano: 2019
O comércio externo do conjunto dos produtos tradicionais “Têxteis” e “Vestuário”, que registou um forte incremento após a Adesão às Comunidades, sofreu uma quebra significativa a partir de 2004 com o desmantelamento do “Acordo Multifibras” (Janeiro de 2005), em conformidade com as regras da “Organização Mundial de Comércio” (OMC), e consequente aumento da competição chinesa no sector, a que a indústria reagiu apostando na qualidade, na inovação e no “design”, com criação de valor acrescentado. Estes produtos continuam assim a ter uma importante posição no contexto das exportações, com grande interligação com as importações ao nível das matérias-primas necessárias para a indústria exportadora, tendo representado 9,2% do total das exportações em 2018 (contra 16,2% em 2003) e 5,7% das importações (7,4% em 2003).
- Data: 31-07-2019
- Autor(es): Walter Anatole Marques
- Ano: 2019
De acordo com estatísticas de origem chinesa, constantes da base de dados do “International Trade Centre” (ITC), em 2018 as importações do país com origem nos cinco “Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa” (PALOP), cifraram-se em 22,3 mil milhões de Euros e as exportações com este destino em
3,6 mil milhões.
Os principais parceiros da China entre os PALOP são Angola e Moçambique, tendo Angola representado nesse ano 97,5% destas importações (essencialmente constituídas por petróleo), e Moçambique cerca de 2,5%. Na vertente das exportações coube a Angola uma quota de 53,0% e a Moçambique de 44,3%.
- Data: 31-07-2019
- Autor(es): Walter Anatole Marques
- Ano: 2019
Entre os 20 países da América Central, Belize é o único que não foi colonizado por Espanha, ficando a dever-se a ingleses a sua colonização. A economia da América Central baseia-se na agricultura, principalmente café, frutas tropicais como a banana, algodão, cana de açúcar, milho, arroz, feijão, amendoim, sorgo e cacau. Outras fontes de receita são também a carne de bovino, os produtos da pesca e o turismo.
Várias organizações económicas, envolvendo o comércio, agregam países da América Central, como o MCCA-Mercado Comum Centro-americano (Guatemala, El Salvador, Honduras, Costa Rica e Nicarágua), o CAFCA-RD, acordo de livre comércio com os EUA (República Dominicana, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras e Nicarágua), ou o Acordo de Associação UE-América Central, firmado em 2012 (Honduras, Nicarágua, Panamá, Costa Rica, El Salvador e Guatemala).
- Data: 31-07-2019
- Autor(es): Eugénia Pereira da Costa e Paulo Inácio
- Ano: 2019
O Instrumento para as PME, ou SME Instrument, criado no âmbito do programa quadro da União Europeia, o Horizonte 2020, é um exemplo de medida de política dedicada a um segmento específico das empresas, as micro, pequenas e médias empresas. Este instrumento pretende financiar PME altamente inovadoras e, particularmente, jovens empreendedores com ideias de potencial e risco elevado, com uma ambição comercial clara e um potencial de crescimento elevado e de internacionalização. Podem candidatar-se as pequenas e médias empresas sediadas na UE ou estabelecidas num país associado ao Horizonte 20204.
TE71 - SME Instrument e as PME Portuguesas.pdf
- Data: 25-07-2019
- Autor(es): Walter Anatole Marques
- Ano: 2019
Os cinco Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), ocupam uma superfície de mais de 2 milhões de quilómetros quadrados no continente, com uma população superior a 62 milhões de habitantes.
Sendo o comércio internacional um importante vetor para o desenvolvimento económico recíproco, pretende-se com estas fichas estatísticas, anuais e também por meses acumulados, acompanhar de perto a evolução das importações e das exportações portuguesas com estes cinco países irmãos, com o objetivo último de facilitar a identificação de possíveis vias de intensificação das trocas comerciais nos dois sentidos.







