Data: 04-07-2022
Autor(es): Walter Anatole Marques
Ano: 2022

Vai-se neste trabalho analisar a evolução do comércio internacional de mercadorias de Portugal com a Ucrânia no período de 2017 a 2021 e primeiros quatro meses acumulados de 2021 e 2022, por grupos de produtos, com base em dados estatísticos divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística de Portugal (INE), definitivos até 2020 e preliminares para 2021 e 2022, com última actualização em 9 de Junho de 2022.

 

TE 99 - Evolução recente do Comércio Internacional de mercadorias de Portugal com a Ucrânia.pdf

Data: 04-07-2022
Autor(es): Walter Anatole Marques
Ano: 2022

Após uma breve abordagem ao comércio externo de mercadorias de Marrocos face ao Mundo nos dois últimos anos, com base em dados de fonte “International Trade Centre” (ITC), vai-se neste trabalho analisar a evolução do comércio internacional português com este país entre 2017 e 2021 e nos quatro primeiros meses de 2021 e 2022, a partir de dados disponíveis na base de dados do “Instituto Nacional de Estatística de Portugal” (INE), definitivos até 2020 e preliminares para 2021 e 2022, actualizados a 9 de Junho de 2022.

 

TE 98 - Comércio internacional de mercadorias de Portugal com Marrocos.pdf

 

 

Data: 23-06-2022
Autor(es): Gonçalo Novo | Gabriel Osório de Barros
Ano: 2022

A pandemia da COVID-19 causou uma disrupção muito significativa da atividade turística global, depois de 2019 ter sido o ano com o maior número de viagens e receitas desde que há registo. Portugal, como país em que o setor apresenta um peso significativo na geração de riqueza e no emprego, foi particularmente afetado pela situação de emergência sanitária provocada pela pandemia da COVID-19. Contudo, os efeitos provocados pela pandemia e pelas políticas públicas que surgiram em sua resposta, distribuíram-se de modo assimétrico, com os diferentes segmentos de alojamento turístico a apresentarem diferentes estágios de resiliência na absorção do choque. No presente Tema Económico constatamos que, no novo contexto criado pela pandemia, as características de determinados tipos de alojamento constituíram, em si, vantagens comparativas relativamente aos seus concorrentes.

 

TE 97 - Turismo.pdf

 

 

Data: 31-05-2022
Autor(es): Inês Póvoa
Ano: 2022

Este Tema Económico apresenta uma análise das recentes tendências a nível europeu de uma seleção de setores intensivos em carbono: alumínio, ferro e aço, cimento, fertilizantes e geração de eletricidade, bem como das suas principais caraterísticas e importância na economia portuguesa. As disparidades encontradas justificam uma abordagem setorial, de forma a considerar as especificidades de cada setor nas políticas de descarbonização.

 

TE 96 - Decarbonization in Portugal – The sectors in the ring of fire.pdf

 

 

Data: 14-04-2022
Autor(es): Walter Anatole Marques
Ano: 2022

Portugal, detentor de uma das maiores Zonas Económicas Exclusivas (ZEE), mantém no âmbito da pesca, preparações, conservas e outros produtos do mar, uma balança comercial deficitária, tendo as importações (Fob) registado em 2020 um valor duas vezes superior ao das exportações (Fob), e 1,8 vezes em 2021.
Neste trabalho vai-se analisar a evolução destas trocas comerciais em 2021, face a 2020, a partir de dados de base divulgados no Portal do Instituto Nacional de Estatística em versão definitiva para 2020 e preliminar para 2021, com última actualização em 11 de Março de 2022.

 

TE 95 - Comércio Internacional da pesca, preparações, conservas e outros produtos do mar (2020-2021).pdf

Data: 22-03-2022
Autor(es): Walter Anatole Marques
Ano: 2022

As exportações de “Têxteis” e “Vestuário”, que haviam registado um forte incremento após a adesão de Portugal às Comunidades, começaram a decair em 2002, quebra que se acentuou em vésperas do desmantelamento do “Acordo Multifibras”, que ocorreu em Janeiro de 2005, face às regras da “Organização Mundial de Comércio” (OMC) que viriam a ser impostas, a que se seguiu um acentuado aumento de exportações de origem asiática, principalmente da China, para mercados das exportações portuguesas, em particular no espaço comunitário.

 

TE 94 - Sector “Têxteis e Vestuário” - Importações na UE-27 e quotas de Portugal (2020) - Comércio Internacional português (2017-2021).pdf

Data: 09-03-2022
Autor(es): Ana Martins e Rita Tavares da Silva
Ano: 2022

Este Tema Económico apresenta uma análise da capacidade de acesso ao financiamento das PME portuguesas no contexto das suas congéneres da Zona Euro e das políticas públicas implementadas desde a crise financeira global, no sentido de mitigar as dificuldades com que as empresas desta dimensão se depararam neste período. Tem como objetivo contextualizar, no espaço e no tempo, os constrangimentos que enfrentam, identificando desafios a considerar no desenho e implementação de medidas de política pública dirigidas às empresas em Portugal.

 

TE 93 - Acesso ao financiamento das PME_mar2022.pdf

 

 

Data: 07-03-2022
Autor(es): Walter Anatole Marques
Ano: 2022

Nota introdutória

A Federação Russa ocupou em 2020 e 2021 a 16ª e a 13ª posição entre os mercados de origem das importações portuguesas de mercadorias, respectivamente com 0,8% e 1,3% do Total. Entre os mercados de destino das nossas exportações ocupou o 36º lugar em 2020, com 0,3%, e o 39º em 2021, também com 0,3%.

 

TE 91 - Comércio Internacional de mercadorias de Portugal com a Federação Russa 2017 a 2021.pdf

Data: 07-03-2022
Autor(es): Walter Anatole Marques
Ano: 2022

Nota introdutória


A Ucrânia ocupou em 2020 e 2021 a 35ª e a 30ª posição entre os mercados de origem das importações portuguesas de mercadorias, respectivamente com 0,3% e 0,4% do Total. Entre os mercados de destino das nossas exportações, a Ucrânia ocupou o 70º lugar, com 0,1% nos dois anos.

 

TE 92 - Comércio Internacional de mercadorias de Portugal com a Ucrânia 2017 a 2021.pdf

Data: 29-10-2021
Autor(es): Francisco Carballo-Cruz | João Cerejeira | Ana Paula Faria
Ano: 2021

Para conhecer os impactos de curto prazo da Web Summit na economia Portuguesa, o Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério de Economia encomendou um estudo, publicado em 2018, no qual foram estimados os impactos de curto prazo em vários agregados macroeconómicos e no emprego derivados do aumento de atividade associado ao evento. Na sequência dessa iniciativa, o Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério de Economia requereu uma atualização do estudo de impacto macroeconómico. Simultaneamente, encomendou dois estudos complementares, um para conhecer as perceções sobre o evento das start-ups portuguesas participantes na Web Summit e um outro para aferir as perceções de um conjunto de empresas multinacionais que recentemente materializaram investimentos em âmbitos tecnológicos no país, sobre o evento e sobre o seu contributo em matéria de atração de investimento tecnológico. Este último estudo inclui uma componente sobre captação de investimento tecnológico em geral que produziu resultados de interesse e recomendações de política com valor acrescentado.

Os três estudos solicitados são tratados neste documento como três componentes de um único estudo, embora sejam independentes do ponto de vista das bases informacionais, da metodologia, da análise dos resultados e, inclusivamente, em termos de conclusões e recomendações, as quais devem ser interpretadas como complementares. As componentes dois e três do estudo, sobre perceções, apresentam alguns resultados aparentemente contraditórios, nomeadamente em matéria de organização do evento, no entanto essas divergências justificam-se porque os grupos-alvo em ambas as componentes são diferentes e têm, portanto, objetivos de participação e expectativas completamente diferentes.

Em termos sintéticos pode concluir-se que: i) a Web Summit tem produzido um impacto macroeconómico muito relevante no país, especialmente na cidade de Lisboa, e que esse impacto tem vindo a crescer ano após ano em resultado do crescimento anual do número de participantes; ii) as start-ups portuguesas participam na Web Summit fundamentalmente para fazer networking e para aumentar a sua visibilidade, e, em menor medida, para encontrar novos clientes e captar apoio financeiro; iii) para além de fazer networking e aumentar a sua visibilidade, essas empresas indicam como principais benefícios da participação no evento validar a sua ideia de negócio e adquirir competências e capacidades em diversos domínios; iv) para aumentar os potenciais benefícios da Web Summit nas start-ups portuguesas, nomeadamente em termos de acesso a fundos/parceiros, deve ser melhorado o processo de vinculação entre investidores/parceiros e start-ups no âmbito do evento; v) em geral, as multinacionais que nos últimos anos investiram em âmbitos tecnológicos em Portugal têm uma perceção muito favorável da Web Summit e consideram que gera impactos muito positivos sobre a economia portuguesa a diferentes níveis; vi) embora não exista uma relação direta entre os seus investimentos e o evento, este teve, em quase todos os casos, uma importância significativa, dado que sinaliza os recursos e capacidades do país e evidencia a aposta do governo por desenvolver sectores intensivos em inovação e tecnologia; vii) estas empresas participam no evento fundamentalmente para fazer networking, mas também para conhecer as últimas novidades tecnológicas e monitorizar desenvolvimentos; viii) as tecnológicas consideram Portugal um destino atrativo para os seus investimentos e tencionam reforçar a sua capacidade no país nos próximos anos; viii) não obstante o país tenha boas condições para o acolhimento de investimento em centros, hubs e unidades de inovação e de desenvolvimento tecnológico, o governo deve trabalhar conjuntamente com os atores relevantes para reforçar o seu posicionamento neste mercado e adotar práticas inovadoras e uma atitude mais pró-ativa em matéria de captação de investimento tecnológico.

 

TE 90 - Avaliação do Impacto da Web Summit.pdf