Data: 01-04-2021
Autor(es): Walter Anatole Marques
Ano: 2021

1. Nota introdutória

A Espanha é o principal parceiro de Portugal em ambas as vertentes comerciais, tendo sido em 2020 a origem de 32,6% das importações globais de mercadorias e o destino de 25,4%
das exportações. Por sua vez, em 2020 Portugal ocupou a 7ª posição no “ranking” dos fornecedores de mercadorias a Espanha (4,1%), precedido da Alemanha, China, França, Itália, EUA e Países Baixos, e o 4º lugar entre os principais destinos das exportações espanholas (7,2%), depois da França, Alemanha e Itália.

Análise 07 21.pdf

Data: 01-04-2021
Autor(es): Walter Anatole Marques
Ano: 2021

1. Nota introdutória

Portugal, detentor de uma das maiores Zonas Económicas Exclusivas (ZEE) a nível europeu e mundial, mantém no âmbito da pesca, preparações, conservas e outros produtos do mar, uma
balança comercial deficitária, representando as importações (Fob) um valor duas vezes superior ao das exportações. Neste trabalho vai-se analisar a evolução destas trocas comerciais com o exterior, a partir de dados de base divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística em versão definitiva para 2019 e ainda preliminar para 2020, com última atualização em 9 de fevereiro de 2021.

 Análise 08 21.pdf

Data: 26-02-2021
Autor(es): Walter Anatole Marques
Ano: 2021

Neste trabalho pretende-se analisar onde incidiram os maiores acréscimos e decréscimos nas exportações portuguesas de mercadorias, por produtos e por mercados, ao longo do ano de 2020, acumulados e não acumulados, face a 2019. São para este fim utilizados dados de base divulgados no portal do Instituto Nacional de Estatística (INE), em versão definitiva para 2019 e preliminar para 2020, com última atualização em 9 de fevereiro de 2021.

 

Análise 03 21.pdf

Data: 26-02-2021
Autor(es): João Fachada e Sílvia Fonte Santa
Ano: 2021

This paper explores how different macroeconomic scenarios impact small and medium-sized enterprises capital structure, further exploring heterogeneous effects. We find that the finan-cial crisis negatively impacted total debt ratio of Portuguese SMEs, but it was after the crisis that firms decreased their leverage the most, pointing to relevant legacy effects. Short-term debt was particularly affected, with the debt of lower maturity being partially replaced by long-term across the all period. We show that capital structure determinants are responsive to adverse macroeconomic conditions. We also document important heterogeneous effects in the capital structure decisions of international and innovative firms during the financial crisis. Our findings reveal that young firms are higher indebted and have a less flexible capital structure. Furthermore, even though no inter-industry effects were found, we show how the higher in-debted within industry were under more pressure to reduce their debt ratios.

 

Análise 05 21.pdf

Data: 26-02-2021
Autor(es): Walter Anatole Marques
Ano: 2021

No presente trabalho apresentam-se indicadores de evolução em valor, volume e preço das importações e das exportações portuguesas de mercadorias calculados para o período de ja-neiro a dezembro de 2020, face ao período homólogo de 2019.
Para o cálculo dos índices de preço, as posições pautais a oito dígitos da Nomenclatura Com-binada (NC-8), relativas às importações e às exportações de mercadorias com movimento nos dois anos, foram agregadas em 11 grupos e 38 subgrupos de produtos (ver Anexo).
Os índices de preço, do tipo Paasche, utilizados como deflatores dos índices de valor para o cálculo dos correspondentes índices de volume, foram calculados a partir de dados de base elementares constantes do Portal do Instituto Nacional de Estatística (INE) em versão defini-tiva para 2019 e preliminar para 2020.

 

Análise 04 21.pdf

Data: 30-01-2021
Autor(es): Walter Anatole Marques
Ano: 2021

Entre outras organizações, Moçambique é um dos quinze países-membros da “Southern Africa Development Community – Comunidade de Desenvolvimento da África Austral” (SADC).
Organização criada em 1992, tem entre os seus principais objetivos aprofundar a cooperação económica entre os seus membros e estimular o comércio de produtos e serviços entre os seus actuais quinze países-membros: África do Sul, Angola, Botswana, Eswatini (Suazilândia), Le-sotho, Madagáscar, Malawi, Maurícias, Moçambique, Namíbia, Rep.D.Congo, Seychelles, Tan-zânia, Zâmbia e Zimbabwe.
Moçambique foi também, em 1996, um dos fundadores da “Comunidade dos Países de Língua Portuguesa” (CPLP), a par de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Portugal e São Tomé e Príncipe, atualmente com nove membros, após a integração de Timor-Leste e da Guiné Equatorial.
São objetivos desta organização, no âmbito da cooperação em todos os domínios, o desenvol-vimento de parcerias estratégicas e o levantamento de obstáculos ao desenvolvimento do comércio internacional de bens e serviços entre os seus membros.
Neste trabalho encontra-se reunido um conjunto de dados sobre o comércio externo de Mo-çambique em 2018 e 2019, com base em estatísticas constantes da publicação “Estatísticas do Comércio Externo de Bens”, do Instituto Nacional de Estatística de Moçambique.

 

Análise 02 21.pdf

Data: 30-01-2021
Autor(es): Walter Anatole Marques
Ano: 2021

Neste trabalho pretende-se analisar onde incidiram os maiores acréscimos e decréscimos nas exportações portuguesas de mercadorias, por produtos e por mercados, ao longo dos onze primeiros meses de 2020, acumulados e não acumulados, face ao período homólogo de 2019. São para este fim utilizados dados de base divulgados no portal do Instituto Nacional de Estatística (INE), em versão definitiva para 2019 e preliminar para 2020, com última atualização em 8 de Janeiro de 2021.

 

Análise 01 21.pdf

Data: 30-12-2020
Autor(es): José Nuno Santos
Ano: 2020

As projeções para 2020 e 2021 do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) da economia portuguesa, emanadas pelas diferentes instituições oficiais ao longo do ano de 2020, denotam diferenças significativas tendo em conta as variáveis, os pressupostos, os modelos e as datas das respetivas publicações, e que coincidem – em certa medida – com a evolução e o impacto da pandemia de COVID-19 na economia portuguesa ao longo do ano que ora finda.
Para 2020, numa perspetiva cronológica (Gráfico 1), e até fevereiro de 2020 (data em que ainda não se conheciam os efeitos que a pandemia de COVID-19 teria na economia mundial), a primeira estimativa publicada, pertencente à Comissão Europeia (CE), refere uma taxa de crescimento do produto para Portugal na ordem dos 1,7%.

 

Análise 33 20.pdf

 

 

Data: 30-12-2020
Autor(es): José Salvado Garcia
Ano: 2020

This paper studies the dynamics of Portuguese investment throughout the past years. This important economic variable has been decaying since the beginning of the century. The mag-nitude of this development was amplified by the Global Financial Crisis and subsequent Euro-pean Debt Crisis. This paper starts by summarizing relevant stylized facts, a to describe per-tinent developments on investment dynamics. Besides studying aggregate dynamics, we de-compose investment into different sectors and assets, in order to understand their role in recent dropout. The results point that part of this investment slowdown is probably explained by output dynamics. Other important determinants as uncertainty, financial fragmentation, high leverage and market structure are proven to influence investment over the span of the analysis.

 

Análise 34 20.pdf

Data: 30-12-2020
Autor(es): Eva Pereira e Guida Nogueira
Ano: 2020

Durante o período recente de recuperação económica, que se verificou depois da crise de 2008, Portugal continuou a apresentar níveis de crescimento da produtividade do trabalho compara-tivamente inferiores à generalidade dos países da União Europeia (UE). Como resultado, em 2017, a produtividade do trabalho em Portugal correspondia a 76,6% da média da UE e 71,9% da Área Euro (a 4.º mais baixa deste grupo)3. Neste contexto, o desempenho da produtividade, nomeadamente do trabalho, constitui um importante desafio de política económica, determi-nante para o crescimento de longo-prazo e para a competitividade da economia portuguesa.
Neste Em Análise, complementa-se o conhecimento atual sobre as dinâmicas e o posiciona-mento da produtividade do trabalho em Portugal face aos parceiros europeus, recorrendo a uma abordagem microeconómica ao nível da empresa. A produtividade aparente do trabalho das empresas portuguesas, nos diversos pontos da distribuição, é posicionada no contexto europeu, através de uma base de dados ao nível da empresa harmonizada e comparável para 19 países Europeus. Esta análise encontra-se estruturada em três partes: a primeira parte desenvolve a importância metodológica, de complementar dados agregados de produtividade com dados de natureza micro e apresenta a base de dados utilizada neste trabalho; a segunda parte, procede à caracterização geral do posicionamento e da evolução da produtividade das empresas portuguesas face aos países parceiros europeus e, na terceira parte, são analisadas medidas de heterogeneidade da produtividade do trabalho das empresas.

Para mais detalhe: https://conselhoprodutividade.com/serie-working-papers-working-papers-series/